Permanentemente, preso ao presente
O homem na redoma de vidro
São raros instantes
De alívio e deleite
Ele descobre o véu
Que esconde o desconhecido
O desconhecido
E é como uma tomada à distância
Uma grande angular
É como se nunca estivesse existido dúvida
Existido dúvida
[Verse 2]
Evidentemente a mente é como um baú
E homem decide o que nele guardar
Mas a razão prevalece
Impõe seus limites
E ele se permite esquecer de lembrar
Esquecer de lembrar
É como se passasse a vida inteira
Eternizando a miragem
É como o capuz negro
Que cega o falcão selvagem
O falcão selvagem
[Refrão] (2X)
Se na cabeça do homem tem um porão
Onde moram o instinto e a repressão
(diz aí)
O que tem no sótão?
O que tem no sótão?
O que tem no sótão?
O que tem no sótão?
O que tem no sótão?
O que tem no sótão?
[Verse 1] Permanentemente, preso ao presente O homem na redoma de vidro São raros instantes De alívio e deleite Ele descobre o véu Que esconde o desconhecido O desconhecido E é como uma tomada à distância Uma grande angular É como se nunca estivesse existido dúvida Existido dúvida [Verse 2] Evidentemente a mente é como um baú E homem decide o que nele guardar Mas a razão prevalece Impõe seus limites E ele se permite esquecer de lembrar Esquecer de lembrar É como se passasse a vida inteira Eternizando a miragem É como o capuz negro Que cega o falcão selvagem O falcão selvagem [Refrão] (2X) Se na cabeça do homem tem um porão Onde moram o instinto e a repressão (diz aí) O que tem no sótão? O que tem no sótão? O que tem no sótão? O que tem no sótão? O que tem no sótão? O que tem no sótão? Explain Request ×
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